consumo

Cadeirão de papelão

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 09 fevereiro 2010 - 12:51



Fraldas descartáveis, apesar de práticas, ainda são um grande problema como resíduos. Não podem ser recicladas e seu material demora muito tempo para se decompor. Mas nem todos os produtos para crianças têm um impacto negativo tão grande no meio ambiente.

A empresa australiana Belkiz, especializada na produção de artigos para crianças feitos de papelão, lançou no mercado do país o cadeirão Feedaway. Por um lado, o papelão não é um material muito durável e, apesar de aguentar até 20 quilos, a cadeira é recomendada para dias fora de casa e lugares como restaurantes, e não para o dia-a-dia.

Por outro lado, a vantagem de um cadeirão de papel é que ele é inteiramente dobrável para transporte e também pode ser 100% reciclado quando não estiver mais adequado para o uso.

Saiba mais.

 

consumo

Natal mais verde do que vermelho

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 18 novembro 2009 - 12:15

Já começou a planejar seu natal? Que tal nesse ano começar a pensar em festas mais sustentáveis? Essa é a sugestão do site Tree Hugger (em inglês), que traz dicas de presentes que não só causam pouco impacto, mas estimulam as outras pessoas a pensarem sobre seus hábitos de consumo e de vida.

Além disso, o portal sugere algumas ações para este final de ano, como adotar animais e participar de atividades filantrópicas.

Opções para quem quer passar um natal menos consumista e mais criativo e responsável.

 

consumo

Flyer ecológico

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 16 novembro 2009 - 18:34

Pensando na diminuição do impacto ambiental dos flyers, o designer Fred Gelli, sócio e diretor de criação da agência Tátil Design, criou em 2008 o convite acima, com texto impresso por gravação a laser em uma folha seca. Além de economizar papel, a solução não utiliza tinta de impressão nem passa por qualquer processo industrial.

O primeiro flyer ecológico foi impresso para promover o workshop sobre estratégias do design que Fred realizou no festival internacional da publicidade Cannes Lions. Depois disso, o designer já criou folhas-convite com a imagem da Madonna e a nota do dólar. Em 2009, o folheto ecológico ganhou o bronze na categoria flyer do Cannes Lions.
 

 

consumo

Energia a tiracolo

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 12 novembro 2009 - 15:38

A marca de mochilas alemã Neuber fez uma parceria com a empresa Konarka, de placas fotovoltaicas, para produção de uma linha de bolsas com painéis solares. As Energy Sun-Bags armazenam energia dos raios solares e podem gerar até 1.4 W de potência, que servirão para abastecer pequenos gadgets como celular, MP3 Player ou câmeras digitais, que precisem de fonte de carga de até 5 V.

Ao contrario do que se possa imaginar, as placas solares não deixam as bolsas muito pesadas. Um modelo tem, em média, 500 gramas, incluindo a placa, bateria e os cabos de recarga. Há 37 opções de cor e a possibilidade de impressão personalizada, no caso de empresas que queiram imprimir suas logomarcas. Os modelos estão à venda por € 118,90.

 


consumo

Selo único para produtos orgânicos

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 10 novembro 2009 - 17:00

A lei que institui um selo para certificação de produtos orgânicos foi publicada na última sexta-feira, no Diário Oficial da União. O Ministério da Agricultura passará a emitir o selo apenas para orgânicos cultivados em unidades credenciadas pelo órgão, depois de exames de controle de qualidade do solo, da água e de reciclagem de matéria orgânica.

A certificação servirá para que consumidores tenham a certeza de que comprarão produtos sem agrotóxicos, adubo químico ou outra substância tóxica e sintética, nem transgênico. Os produtos cultivados em agricultura familiar não são obrigados a terem a certificação, uma vez que podem ser vendidos diretamente, desde que os agricultores sejam vinculados a uma organização de controle social.

 

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Novo plástico é solúvel em água

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 05 novembro 2009 - 16:56

A empresa britânica Cyberpac desenvolveu um produto que promete acabar com os problemas recorrentes da demora de decomposição dos plásticos. Trata-se de um plástico solúvel em água que, de acordo com o fabricante, não prejudica a saúde humana. Basta colocar o material em contato com água e ele se dissolve em poucos minutos. Sua decomposição é feita por microorganismos e enzimas, que transformam o material em dióxido de carbono, água e biomassa.

O plástico embala a edição de novembro da revista Creative Review, que garante ser possível beber a mistura, um pouco pegajosa, que resulta da dissolução, apesar de o seu gosto ser “horrível” e não recomendável. As partes da embalagem que têm tinta demoram um pouco mais, mas também se desintegram. De acordo com o site da publicação, o processo é mais rápido quando feito com água quente, e também pode ser realizado em máquinas de lavar roupa ou louça.

 

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Moda elétrica

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 04 novembro 2009 - 15:59


Modelos Itchy, Sticky, e Stiff

Os esforços da indústria da moda para incorporar princípios da sustentabilidade são cada vez maiores. Mais do que utilizar tecidos ou materiais ecologicamente corretos, a novidade agora são roupas que produzem energia. O XS Labs lançou a coleção Captain Electric de três vestidos desenvolvidos por uma parceria entre designers e cientistas, que são capazes de armazenar a energia gerada pelos movimentos do corpo e transformá-la em eletricidade.

Os vestidos Itchy, Sticky, e Stiff também apertam e remodelam o corpo. Com isso, é necessário fazer força para se movimentar. No modelo Itchy, por exemplo, os colares de lã se sobrepõem e obrigam o usuário a movimentá-los para frente e para trás, o que gera a energia necessária para iluminá-los. Para quem usar o Sticky será necessário fazer movimentos acentuados, já que o capuz de couro e as mangas presas a uma placa da cintura dificultam a movimentação. Com a eletricidade, os LEDs integradas ao bolso se acendem. Já o Stiff se aproveita da difícil postura que provoca para forçar mais movimentos, principalmente uma pressão em sua parte traseira, que vão abastecer um MP3 player integrado ao capuz.

Mesmo com utilidade restrita, a energia produzida pelas roupas desta coleção pode indicar para um futuro em que peças do vestuário poderão alimentar aparelhos mais potentes a partir da energia cinética do corpo.

 


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iPhone pode ser carregado pelo Sol

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 30 outubro 2009 - 15:01

A empresa norte-americana NovoThink anunciou o lançamento, para o dia 15 de dezembro, nos Estados Unidos, de um carregador solar para o iPhone que é uma espécie de capinha com um painel fotovoltaico na parte traseira. A novidade capta a energia vinda do Sol e a armazena em uma bateria de litium embutida no gadget, que é homologado pela Apple e deverá custar 70 dólares.

De acordo com a empresa, a bateria litium tem capacidade de armazenar 120% a mais do que a energia acumulada na bateria do próprio iPhone, o que significa que a capacidade fica mais do que dobrada. Duas horas de exposição ao Sol garantem 60 minutos de conversa. A capinha também conta com um display de LED, que indica quanto de energia ainda está armazenada, e uma saída USB.

 

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Saco é um saco

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 29 outubro 2009 - 16:27

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) a o Supermercado Carrefour lançaram a campanha “Saco é um saco”, com o objetivo de chamar a atenção para o impacto ambiental do uso de sacolas plásticas, produzidas a partir de recursos não renováveis, como o petróleo e o gás natural. A estimativa é a de que no Brasil sejam distribuídas 12 bilhões de sacolas plásticas por ano e que cada brasileiro consome por volta de 800 unidades no mesmo período.

No portal da campanha estão disponíveis downloads com informações sobre o plástico e seu impacto ao meio ambiente, dicas para redução do consumo, quizzes sobre cuidados com o meio ambiente, além de notícias. A campanha também está nas redes Orkut, Youtube, Flickr e Twitter.

A data de lançamento da campanha, 15 de outubro, foi instituída pela MMA como o Dia do Consumidor Consciente. Neste dia, a rede de supermercados Carrefour do Rio de Janeiro estimulou os consumidores a não usarem as sacolas plásticas. A empresa afirma que reduz anualmente 10% do consumo dos sacos e vende, por R$ 2,90, uma sacola reutilizável de capacidade para 35 kg.

Concurso

O Insituto Akatu, que atua na disseminação de práticas de consumo consciente, e que também apoia a iniciativa, lançou na mesma ocasião o concurso cultural “Saco de Ideias”, que vai eleger um vídeo de no máximo um minuto que responda à pergunta “O que você pode fazer para reciclar, reutilizar, recusar ou reduzir o uso de sacolas plásicas?”. Faça o upload de seu vídeo. As dez produções mais votadas pelos internautas serão julgadas por uma comissão, formada pelos diretores de criação das agências que atendem o instituto, e as três mais criativas vão passar em programas da TV aberta.

 

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Livro eletrônico e sustentável

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 27 outubro 2009 - 18:14

A tecnologia de painéis fotovoltaicos, que captam a energia do sol, chegou ao mercado de e-books, livros em formato digital que armazenam diversas obras. A LG apresentou no começo deste mês um modelo que tem bateria carregada por energia solar.

O aparelho pode funcionar durante um dia a partir de quatro ou cinco horas de sol. Mas o produto ainda está em desenvolvimento. Enquanto não é lançado, o que deve acontecer depois de 2012, a LG pretende aumentar sua eficiência em 12% até 2010 e 14% até 2012.

A células solares do e-book, que têm 10 cm de largura e de comprimento, foram desenvolvidas especialmente para se encaixarem no display de seis polegadas. Por isso são mais finas (0,7 mm de espessura) e leves (20 gramas), o que foi possível graças à substituição do silício por substratos de vidro ou plástico. De acordo com o chefe de departamento solar da empresa, Ki Yong Kim, "a ideia do e-book combinado com célula solar irá oferecer aos usuários a vantagem de maior tempo de uso."

 


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Medo ecológico

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 28 setembro 2009 - 17:55

Sua opinião sobre algum produto depende das informações que recebe sobre ele ou de sua percepção? Para Daniel Goleman, colunista do The New York Times, a primeira opção é a mais frequente entre os consumidores. Goleman exemplifica sua opinião falando sobre o “medo ecológico”, uma forma de evitar ou recusar produtos quando se tem conhecimento sobre seu prejuízo que causam ao meio ambiente.

O medo ecológico surge, por exemplo, quando se descobre que o filtro solar das crianças têm substâncias químicas cancerígenas ou que a empresa que produz o iogurte que você toma emite nível maior de gás carbônico do que seus concorrentes. A questão, segundo Goleman, não é parar de usar protetor solar ou de tomar iogurte, mas de saber escolher as marcas que não apresentam tais desvantagens.

“Psicólogos chamam isso de ‘efeito de contraste’: enquanto o item A parece ser ruim, temos uma preferência mais forte pelo item B. É uma benção para produtos que não fazem mal nenhum”, escreve em seu blog, o Happy Days.

De acordo com a ecologia industrial, que analisa os impactos ecológicos dos produtos, poucos ou nenhum dos produtos fabricados atualmente teriam amor pela natureza. Para o jornalista, isso indica que a nossa era é a do medo ecológico, “porque praticamente todas as plataformas, processos e produtos químicos foram desenvolvidos quando as pessoas eram alheias aos seus impactos ecológicos. Não é que ninguém ligasse para isso - ninguém sabia realmente”.

Goleman conclui seu artigo observando que uma vez que a transparência ecológica chegue às lojas, surge uma oportunidade para darmos nosso voto aos produtos de menores impactos ambientais. “Para isso será necessário enfrentar verdades desestimulantes sobre nossos produtos favoritos e o risco de uma forte dose de desgosto”.

Confira o artigo na íntegra (em inglês).

 

consumo

Sustentável após a morte

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 15 setembro 2009 - 17:39

“Te abençoo em nome do Pai, do Filho e ... do Meio Ambiente”. Isso mesmo, você pode ser ambientalmente responsável mesmo após a morte. Já ouviu falar em caixões biodegradáveis? A empresa espanhola Econatur foi a pioneira no ramo. Lançou, no ano passado, um modelo feito de areia e gelatina (material de consistência) que se desfaz em nutrientes orgânicos depois de ser enterrado. A ideia é resolver o problema do crescente abandono de caixões depois que o morto é cremado e suas cinzas são espalhadas.

No Brasil, os primeiros exemplares de caixões ecológicos foram lançados neste ano. Aqui eles são feitos de celulose ou papelão, que leva apenas alguns meses para se decompor, além de atribuir leveza e menor contamiação do solo. A empresa Ecoime apresentou recentemente seu modelo biodegradável na Funexpo, feira da indústria funerária realizada na cidade de Santos (SP).

Além do caixão, outros itens do enterro podem ser respeitosos ao meio ambiente. Os sepultamentos “naturais” também não usam embalsamamento, jazigos de cimento ou gramados com tratamento químico. Para quem não quer deixar uma herança ruim ao meio ambiente.

 

consumo

Empresa holandesa cria fonte ecológica

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 09 setembro 2009 - 18:29



A fonte acima vai ajudar você no modo como economiza com a impressão. Além de utilizar o papel dos dois lados, você pode também escolher uma fonte mais responsável. Por isso a agência de comunicação holandesa SPRANQ criou a Ecofonte, que reduz a quantidade de tinta usada nas letras sem que elas fiquem ilegíveis. A solução encontrada foi pequenos círculos no corpo das letras, resultando na economia de tinta de 20%. A Ecofont pode ser baixada e usada gratuitamente.

 


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Motocubo tem materiais recicláveis e acesso a redes sociais

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 01 setembro 2009 - 17:34

A Motorola lança neste mês o Motocubo A45, celular 70% reciclável e com 25% de seu material produzido a partir de garrafas plásticas. Seguindo a onda verde, a marca fechou parceria com a Carbonfund.org, por meio da qual compensará o carbono emitido na fabricação, distribuição e uso do produto com projetos de preservação, reflorestamento e energia sustentável.

Outro atrativo do Motocubo é sua conectividade com redes sociais como Orkut, Facebook e MySpace. O celular vem com aplicativos que permitem acesso fácil a essas redes, ao Google Maps e à internet, além da possibilidade de configuração de e-mails e postagem de imagens em sites e blogs. O novo celular tem ainda câmera de 2 MP, tocador de MP3, rádio FM, gravador de voz, jogos como Spore e The Sims, e o aplicativo Midomi, que identifica músicas a partir de um trecho cantado ou cantarolado pelo usuário. O cartão de memória é de 2 MB, que pode ser expandida a 32 GB. O Motocubo tem preço sugerido de R$ 549.

 

consumo

Apenas 7% avaliam sustentabilidade ao consumirem

Link Permanente  Postado por Redação Sustenta! em 26 agosto 2009 - 15:25

Uma pesquisa realizada pela Market Analysis aponta que apenas 7% dos consumidores brasileiros avaliam a responsabilidade socioambiental da empresa quando compram um produto. Neste percentual estão pessoas que tanto valorizam as empresas como as punem a partir da sua atuação socioambiental. Aqueles que só as valorizam, falando bem e comprando seus produtos preferencialmente, representam 15% dos consumidores, enquanto os que apenas as punem, falando mal ou deixando de comprar, são 8%.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo de ontem, o diretor da empresa de pesquisa, Fabian Echegaray, afirmou que os números mudaram pouco nos últimos anos e que “se de um lado continuamos muito aquém da média de países como Estados Unidos, Inglaterra ou Alemanha no quesito engajamento do consumidor, de outro podemos afirmar que isso não representou um modismo passageiro por aqui”.

A reportagem aponta como causas deste fraco engajamento motivos como o baixo nível de escolaridade média, a preferência pelo preço menor e a ausência de informações nas embalagens e supermercados. Neste sentido, os varejistas Pão de Açúcar e Carrefour têm planos de aumentar a informação sobre os alimentos. A ideia é falar mais sobre os benefícios dos orgânicos ou os riscos de embalagens não recicláveis, por exemplo. Já o Wal-Mart pretende criar um índice de sustentabilidade para os rótulos dos produtos.

 

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